Tudo para ver aqui!
Um pequeno Blogue que se destina a trazer uma locomotiva de disparates num exdruxulo (palavra de que gosto e raramente posso usar...) chorrilho de doideiras... :)
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Curto... mas certo...
"Recessão é quando o vizinho perde o seu emprego,
depressão quando perdes o teu,
e recuperação quando Sócrates perder o dele"
depressão quando perdes o teu,
e recuperação quando Sócrates perder o dele"
A Vela...
A beata e piedosa Mª Antónia ia pela rua quando se cruzou com o sacerdote maduro.
O padre disse-lhe:
- "Bom dia. Por acaso vc não é a Mª Antónia, a quem casei já há dois anos na minha antiga diocese?"
Ela respondeu:
- "Efectivamente, Padre, sou eu".
O sacerdote perguntou:
- Mas não me lembro de ter baptisado um filho seu. Não teve nenhum?"
Ela respondeu:
- "Não Padre, ainda não."
O padre disse:
- "Bem, na próxima semana viajo para Roma. Por isso se vc quiser, acendo lá uma vela por si e seu marido, para que recebam a benção de poder ter filhos."
Ela respondeu:
- "Oh Padre, muito obrigada, ficamos ambos muito gratos."
Alguns anos mais tarde encontraram-se novamente. O sacerdote ancião preguntou:
- "Bom dia Mª Antónia. Como está agora? Já teve filhos?"
Ela respondeu:
- "Óh, sim Padre, 3 pares de gémeos e mais 4. No total 10!"
Disse o padre:
- Bendito seja o Senhor. Que maravilha. E onde está o seu marido?
- "Vai a caminho de Roma, a ver se apaga a p&ta da vela"
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Antes e depois da Posse...
ANTES DA POSSE
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA
Etiquetas:
antes depois posse sócrates governo portugal
Eu renuncio!
(o texto não é meu, mas podia ser aí nuns 95%...)
Neste momento de aflição em que todos temos de dar as mãos e deixar de olhar só para o nosso umbigo, correspondo ao apelo de quem nos governa e de quem apoia quem nos governa, faço pública parte da lista do que o Estado criou e mantém para minha felicidade, e de que de estou disposto a patrioticamente prescindir.
Assim:
Neste momento de aflição em que todos temos de dar as mãos e deixar de olhar só para o nosso umbigo, correspondo ao apelo de quem nos governa e de quem apoia quem nos governa, faço pública parte da lista do que o Estado criou e mantém para minha felicidade, e de que de estou disposto a patrioticamente prescindir.
Assim:
- Renuncio a boa parte dos institutos públicos criados com o propósito de me servir;
- Renuncio à maior parte das fundações públicas, privadas e àquelas que não se sabe se são públicas se privadas, mas generosamente alimentadas para meu proveito, com dinheiros públicos;
- Renuncio a ter um sector empresarial público com a dimensão própria de uma grande potência, dispensando-me dos benefícios sociais e económicos correspondentes;
- Renuncio ao bem que me faz ver o meu semelhante deslocar-se no máximo conforto de um automóvel de topo de gama pago com as minhas contribuições para o Orçamento do Estado, e nessa medida estou disposto a que se decrete que administradores das empresas públicas, directores e dirigentes dos mais variados níveis de administração, passem a utilizar os meios de transporte que o seu vencimento lhes permite adquirir;
- Renuncio à defesa dos direitos adquiridos e à satisfação que me dá constatar a felicidade daqueles que, trabalhando metade do tempo que eu trabalhei, garantiram há anos uma pensão correspondente a 5 vezes mais do que aquela que eu auferirei quando estiver a cair da tripeça;
- Renuncio ao PRACE e contento-me com uma Administração mais singela, compacta e por isso mais económica, começando por me resignar a que o governo seja composto por metade dos ministros e secretários de estado;
- Renuncio ao direito de saber o que propõem os partidos políticos nas campanhas pagas com milhões e milhões de euros que o Estado transfere para os partidos políticos, conformando-me com a falta de propaganda e satisfazendo-me com a frugalidade da mensagem política honesta, clara e simples;
- Renuncio ao financiamento público dos partidos políticos nos actuais níveis, ainda que isso tenha o custo do empobrecimento desta democracia, na mesma mesmísisma medida do corte nas transferências;
- Renuncio ao serviço público de televisão e aceito, contrariado, assistir às mesmas sessões de publicidade na RTP, agora nas mãos de um qualquer grupo privado;
- Renuncio a mais submarinos, a mais carros blindados, a mais missões no estrangeiro dos nossos militares, bem sabendo que assim se põe em perigo a solidez granítica da nossa independência nacional e o prestígio de Portugal no mundo;
- Renuncio ao sossego que me inspira a produtividade assegurada por mais de 230 deputados na Assembleia da República, estando disposto a sacrificar-me apoiando - com tristeza - a redução para metade dos nossos representantes;
- Renuncio, com enorme relutância, a fazer o percurso Lisboa-Madrid em 3h e 30m, dispondo-me - mesmo que contrariado mas ciente do que sacrificio que faço pela Pátria - a fazer pelo ar por metade do custo o mesmo percurso em 1 h e picos, ainda que não em Alta Velocidade;
- Renuncio ao conforto de uma deslocação de 50 km desde minha casa até ao futuro aeroporto de Lisboa para apanhar o avião para Madrid em vez do TGV, apesar da contrariedade que significa ter de levantar voo e aterrar pertinho da minha casa.
- Renuncio a mais auto-estradas, conformando-me, com muito pena, com a reabilitação da rede nacional de estradas ao abandono e lastimando perder a hipótese de mudar de paisagem escolhendo ir para o mesmo destino entre três vias rápidas todas pagas com o meu dinheiro, para além de correr o triste risco de assistir à liquidação da Estradas de Portugal, EP;
Um homem, voando num balão...
Um homem, voando num balão, dá conta de que está perdido.
Avista um homem no chão, baixa o balão e aproxima-se:
- Pode ajudar-me? Fiquei de encontrar-me com um amigo às duas da tarde; já tenho um atraso de mais de meia hora e não sei onde estou...
- Claro que sim! - responde o homem:
- O senhor está num balão, a uns 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus Norte e as longitudes de 7 e 9 graus Oeste.
- É consultor, não é?
- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?
- Muito fácil: deu-me uma informação tecnicamente correcta, mas inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação...
- Ah! Então o senhor é socialista!
- Sou! Como descobriu?
- Muito fácil: O senhor não sabe onde está, nem para onde ir, assumiu um compromisso que não pode cumprir e está à espera que alguém lhe resolva o problema.
-Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar. Só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!...
Avista um homem no chão, baixa o balão e aproxima-se:
- Pode ajudar-me? Fiquei de encontrar-me com um amigo às duas da tarde; já tenho um atraso de mais de meia hora e não sei onde estou...
- Claro que sim! - responde o homem:
- O senhor está num balão, a uns 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus Norte e as longitudes de 7 e 9 graus Oeste.
- É consultor, não é?
- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?
- Muito fácil: deu-me uma informação tecnicamente correcta, mas inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação...
- Ah! Então o senhor é socialista!
- Sou! Como descobriu?
- Muito fácil: O senhor não sabe onde está, nem para onde ir, assumiu um compromisso que não pode cumprir e está à espera que alguém lhe resolva o problema.
-Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar. Só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!...
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Papa, Obama e Sócrates...Notícia quente!!!
José Sócrates, Obama e o Papa viajavam num avião, quando aparece, numa das asas, o Diabo que com uma enorme serra começa a cortar a asa da aeronave.
Quando viram o Diabo ficaram apavorados, ao que Sócrates vira-se para o Obama:
Quando viram o Diabo ficaram apavorados, ao que Sócrates vira-se para o Obama:
- Obama, tu que sabes falar e argumentar como ninguém, convençe o malvado a parar com isso senão vamos cair e morrer todos!!!
Obama foi até lá, conversou...conversou... e nada do tipo parar...
Obama voltou e implorou ao Papa:
- Papa, só o senhor mesmo poderá nos salvar... Ele não quer nem conversa...vai derrubar o avião!!!
Obama voltou e implorou ao Papa:
- Papa, só o senhor mesmo poderá nos salvar... Ele não quer nem conversa...vai derrubar o avião!!!
O Papa foi até ao Diabo, usou de toda sua persuasão, argumentou o que pôde...e nada... Desistiu, voltou e resumiu a conversa:
- Não sei o que fazer... Estamos perdidos... Vamos rezar!!!
- Não sei o que fazer... Estamos perdidos... Vamos rezar!!!
Foi quando Sócrates levantou-se e disse:
- Deixa comigo... Sou a última chance, vou tentar.
E lá foi ele falar com o Diabo. Mal trocaram duas palavras e o Diabo parou de serrar a asa do avião. E sumiu...
- Deixa comigo... Sou a última chance, vou tentar.
E lá foi ele falar com o Diabo. Mal trocaram duas palavras e o Diabo parou de serrar a asa do avião. E sumiu...
Obama e o Papa perguntaram:
- O que lhe disse você ?
- Companheiro! Se eu morrer, vou formar governo no Inferno!...
- O que lhe disse você ?
- Companheiro! Se eu morrer, vou formar governo no Inferno!...
NOTA: Só os portugueses são capazes de brincar com a "desgraça" !!!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Ter de pagar para poder... pagar!
ou: uma "paródia" a isto de ter carro...
Contribuinte: Gostava de comprar um carro.
Estado: Muito bem. Faça o favor de escolher.
Contribuinte: Já escolhi. Tenho que pagar alguma coisa?
Estado: Sim. Imposto sobre Automóveis (ISV) e Imposto sobre o Valor
Acrescentado (IVA).
Contribuinte: Ah... Só isso.
Estado: ... e uma coisinha para o pôr a circular: o selo.
Contribuinte: Ah!..
Estado: ... E mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro
efectivamente circule. O ISP.
Contribuinte: Mas... sem gasolina eu não circulo.
Estado: Eu sei.
Contribuinte: ... Mas eu já pago para circular...
Estado: Claro!...
Contribuinte: Então... vai cobrar-me pelo valor da gasolina?
Estado: Também. Mas isso é o IVA. O ISP é uma coisa diferente.
Contribuinte: Diferente?!
Estado: Muito. O ISP é porque a gasolina existe.
Contribuinte: ... Porque existe?!
Estado: Há muitos milhões de anos os dinossauros e o carvão fizeram
petróleo. E você paga.
Contribuinte: ... Só isso?
Estado: Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.
Contribuinte: Como assim?!
Estado: Tem que pagar para o estacionar.
Contribuinte: ... Para o estacionar?
Estado: Exacto.
Contribuinte: Portanto, pago para andar e pago para estar parado?
Estado: Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.
Contribuinte: Então, pago para circular, pago para poder circular e
pago por estar parado.
Estado: Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é
novo?
Contribuinte: Novo?
Estado: É que se não for novo tem que pagar para vermos se ele está em
condições de andar por a.
Contribuinte: Pago para você ver se pode cobrar?
Estado: Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha...
Contribuinte: ... Mais uma coisinha?
Estado: Para circular em auto-estradas...
Contribuinte: Mas... mas eu já pago imposto de circulação.
Estado: Pois. Mas esta é uma circulação diferente.
Contribuinte: ... Diferente?
Estado: Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.
Contribuinte:: Só mais isso?
Estado: Sim. Só mais isso.
Contribuinte: E acabou?
Estado: Sim. Depois de pagar os 25 euros, acabou.
Contribuinte: Quais 25 euros?!
Estado: Os 25 euros que tem de pagar para andar nas auto-estradas.
Contribuinte: Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem
quisesse?
Estado: Sim. Mas todos pagam os 25 euros.
Contribuinte : Quais 25 euros?
Estado: Os 25 euros é quanto custa o chip.
Contribuinte: ... Custa o quê?
Estado: Pagar o chip. Para poder pagar.
Contribuinte: Não perceb...
Estado: Sim. Pagar custa 25 euros.
Contribuinte: Pagar custa 25 euros?
Estado: Sim. Paga 25 euros para pagar.
Contribuinte: Mas eu não vou circular nas auto-estradas.
Estado: Imagine que um dia quer? Tem que pagar.
Contribuinte: Tenho que pagar para pagar porque um dia posso querer?
Estado: Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.
Contribuinte: E se eu não quiser?
Estado: Paga multa!
Contribuinte: Gostava de comprar um carro.
Estado: Muito bem. Faça o favor de escolher.
Contribuinte: Já escolhi. Tenho que pagar alguma coisa?
Estado: Sim. Imposto sobre Automóveis (ISV) e Imposto sobre o Valor
Acrescentado (IVA).
Contribuinte: Ah... Só isso.
Estado: ... e uma coisinha para o pôr a circular: o selo.
Contribuinte: Ah!..
Estado: ... E mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro
efectivamente circule. O ISP.
Contribuinte: Mas... sem gasolina eu não circulo.
Estado: Eu sei.
Contribuinte: ... Mas eu já pago para circular...
Estado: Claro!...
Contribuinte: Então... vai cobrar-me pelo valor da gasolina?
Estado: Também. Mas isso é o IVA. O ISP é uma coisa diferente.
Contribuinte: Diferente?!
Estado: Muito. O ISP é porque a gasolina existe.
Contribuinte: ... Porque existe?!
Estado: Há muitos milhões de anos os dinossauros e o carvão fizeram
petróleo. E você paga.
Contribuinte: ... Só isso?
Estado: Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.
Contribuinte: Como assim?!
Estado: Tem que pagar para o estacionar.
Contribuinte: ... Para o estacionar?
Estado: Exacto.
Contribuinte: Portanto, pago para andar e pago para estar parado?
Estado: Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.
Contribuinte: Então, pago para circular, pago para poder circular e
pago por estar parado.
Estado: Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é
novo?
Contribuinte: Novo?
Estado: É que se não for novo tem que pagar para vermos se ele está em
condições de andar por a.
Contribuinte: Pago para você ver se pode cobrar?
Estado: Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha...
Contribuinte: ... Mais uma coisinha?
Estado: Para circular em auto-estradas...
Contribuinte: Mas... mas eu já pago imposto de circulação.
Estado: Pois. Mas esta é uma circulação diferente.
Contribuinte: ... Diferente?
Estado: Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.
Contribuinte:: Só mais isso?
Estado: Sim. Só mais isso.
Contribuinte: E acabou?
Estado: Sim. Depois de pagar os 25 euros, acabou.
Contribuinte: Quais 25 euros?!
Estado: Os 25 euros que tem de pagar para andar nas auto-estradas.
Contribuinte: Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem
quisesse?
Estado: Sim. Mas todos pagam os 25 euros.
Contribuinte : Quais 25 euros?
Estado: Os 25 euros é quanto custa o chip.
Contribuinte: ... Custa o quê?
Estado: Pagar o chip. Para poder pagar.
Contribuinte: Não perceb...
Estado: Sim. Pagar custa 25 euros.
Contribuinte: Pagar custa 25 euros?
Estado: Sim. Paga 25 euros para pagar.
Contribuinte: Mas eu não vou circular nas auto-estradas.
Estado: Imagine que um dia quer? Tem que pagar.
Contribuinte: Tenho que pagar para pagar porque um dia posso querer?
Estado: Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.
Contribuinte: E se eu não quiser?
Estado: Paga multa!
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Lá Tinha...
A nova alcunha do Governo é 'LÁTINHA'...
A gente anda pela rua, aponta para as portas fechadas e diz:
LÁ...... TINHA uma loja...
LÁ...... TINHA uma fábrica...
LÁ...... TINHA um armazém...
LÁ...... TINHA trabalhadores...
LÁ...... TINHA um sonho...
LÁ...... TINHA esperança...
LÁ...... TINHA uma escola...
LÁ...... TINHA um serviço de urgência...
LÁ...... TINHA esperança de dias melhores...
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
E mais uma... afinal antes rir que chorar...
Um homem ia a passar junto à porta do Plenário da Assembleia daRepública e ouve uma gritaria que saía lá de dentro:
"Filho da Puta, Ladrão, Assassino, Traficante, Mentiroso,Pedófilo, Vagabundo, Sem Vergonha, Trafulha, Preguiçoso de Merda,Vendido, Usurário, Foragido à Justiça, Oportunista, Engana Incautos,Assaltante do Povo..."
Assustado, o homem pergunta ao segurança, parado na porta:
"O que está a acontecer ai dentro? Estão a brigar ?!
"Não", responde o segurança. "Cá p'ra mim estão a fazer a chamada para saber se falta alguém"!!!
"Filho da Puta, Ladrão, Assassino, Traficante, Mentiroso,Pedófilo, Vagabundo, Sem Vergonha, Trafulha, Preguiçoso de Merda,Vendido, Usurário, Foragido à Justiça, Oportunista, Engana Incautos,Assaltante do Povo..."
Assustado, o homem pergunta ao segurança, parado na porta:
"O que está a acontecer ai dentro? Estão a brigar ?!
"Não", responde o segurança. "Cá p'ra mim estão a fazer a chamada para saber se falta alguém"!!!
Realmente.. com o país assim deve ser o que dá vontade de fazer...
Apanhar uma "ligeira" bubadeira...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Where is the WC... (now in english)
An English family went to Germany on vacation.
Not only were they impressed with the landscape and culture but with people and costumes as well.
Everything to them was breathtaking!
During one of their walks, they saw a lovely country house for rent.
The cottage seemed to be very suitable to spend their next summer vacations at.
No wonder! It was near Heidelberg.
After some inquires they discovered the owner, who happened to be a German Catholic Priest.
They had a long talk and arranged to rent the house for the following summer.
Back in England, the family was in an upheaval.
Non-stop chatting about the gorgeous property they were pretty keen on.
However, all of a sudden, Lady Henrietta recalled that she had not seen the restroom.
In fact, none of them had.
Confirming the practical sense of british people, they decided to write to the priest, to ask for some details about the issue, immediately.
The letter was like that:
Dear father,
I am one of the members of the English family who has just visited your propriety in order to rent it for the next summer vacation.
We had, however, forgotten to ask you a question, so that we would be very grateful, if you could inform us where the W.C. is placed.
The priest, completely misunderstanding the meaning of W.C. and reckoning it meant "White Chapel", answered in that way:
I have the pleasure to communicate that the referred place you have mentioned in your letter, is situated about 2 miles from the house.
It is a very comfortable place.
If you are used to going frequently, I advise to bring same food, to enable you to spend the whole day there.
Some are used to going on foot, although, there are some who prefer going by bicycle.
The place can hold 400 people seated and 100 standing.
I recommend you come early; otherwise it will be difficult to find a place to sit.
Everyone sings in chorus.
A piece of paper is distributed to each person in the beginning; nevertheless, if you arrive late, after the distribution, you may use your neighbour's.
This paper must be returned in the end to be used the whole month.
There are sound amplifiers and what is left over in the end, is given to the poor.
Specialized photographers are available to take photos for the local newspaper, to allow everyone in town to be aware of such human duty performance.
Not only were they impressed with the landscape and culture but with people and costumes as well.
Everything to them was breathtaking!
During one of their walks, they saw a lovely country house for rent.
The cottage seemed to be very suitable to spend their next summer vacations at.
No wonder! It was near Heidelberg.
After some inquires they discovered the owner, who happened to be a German Catholic Priest.
They had a long talk and arranged to rent the house for the following summer.
Back in England, the family was in an upheaval.
Non-stop chatting about the gorgeous property they were pretty keen on.
However, all of a sudden, Lady Henrietta recalled that she had not seen the restroom.
In fact, none of them had.
Confirming the practical sense of british people, they decided to write to the priest, to ask for some details about the issue, immediately.
The letter was like that:
Dear father,
I am one of the members of the English family who has just visited your propriety in order to rent it for the next summer vacation.
We had, however, forgotten to ask you a question, so that we would be very grateful, if you could inform us where the W.C. is placed.
The priest, completely misunderstanding the meaning of W.C. and reckoning it meant "White Chapel", answered in that way:
I have the pleasure to communicate that the referred place you have mentioned in your letter, is situated about 2 miles from the house.
It is a very comfortable place.
If you are used to going frequently, I advise to bring same food, to enable you to spend the whole day there.
Some are used to going on foot, although, there are some who prefer going by bicycle.
The place can hold 400 people seated and 100 standing.
I recommend you come early; otherwise it will be difficult to find a place to sit.
Everyone sings in chorus.
A piece of paper is distributed to each person in the beginning; nevertheless, if you arrive late, after the distribution, you may use your neighbour's.
This paper must be returned in the end to be used the whole month.
There are sound amplifiers and what is left over in the end, is given to the poor.
Specialized photographers are available to take photos for the local newspaper, to allow everyone in town to be aware of such human duty performance.
Onde Fica o WC?

Uma família foi passar férias ao estrangeiro.
Numa das suas viagens, encontraram uma casa que lhes agradou para passarem as férias no ano seguinte.
Depois de regressarem, discutiram acerca da casa que tinham visto, quando, se lembraram de não ter visto em lugar algum o W.C. (abreviatura de casa-de-banho).
Então enviarem uma carta ao dono da casa, perguntando onde ficava o W.C.
Mas o dono da casa, não conhecia a abreviatura W.C., e julgou tratar-se da capela White Chapel, que estava situada a alguns quilómetros da casa.
Aqui fica o texto das cartas:
Carta Enviada:
"Somos membros da família que há pouco tempo o visitou com o fim de alugar a sua casa no ano que vem, e como reparamos que nos esquecemos de um detalhe importante, agradecíamos que nos informe em que local se encontra o W.C."
"Somos membros da família que há pouco tempo o visitou com o fim de alugar a sua casa no ano que vem, e como reparamos que nos esquecemos de um detalhe importante, agradecíamos que nos informe em que local se encontra o W.C."
Resposta:
"Recebi a sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fica a 12 quilómetros de casa.
"Recebi a sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fica a 12 quilómetros de casa.
Isto é muito incómodo, sobretudo se tem o hábito de ir lá frequentemente. Neste caso, é preferível levar comida para lá ficar todo o dia.
Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e 100 de pé, e o ar é condicionado, para evitar os inconvenientes da aglomeração.
Os assentos são de veludo e recomenda-se chegar cedo para arranjar lugar sentado. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro.
À entrada é fornecido um papel a cada pessoa, mas, se alguém chegar depois da distribuição, pode usar o papel do vizinho do lado.
Tal papel deverá ser devolvido, para poder ser utilizado durante o mês.
Existem amplificadores de som.
Fotógrafos especiais tiram fotografias para todos os jornais da cidade, de modo a que todos possam ver as pessoas no cumprimento de um dever tão humano..."
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Pledge of Resistance ( not in our name )
Um belo poema do Saul Williams... e apesar de algumas partes realmente só terem sentido em relação aos EUA... há aí umas que podiam bem ir até S. Bento... :P
Podem ouvir o autor a ler a coisa aqui:
Pledge of Resistance ( not in our name )
We believe that as people living
in the United States it is our
responsibility to resist the injustices
done by our government,
in our names
Not in our name
will you wage endless war
there can be no more deaths
no more transfusions
of blood for oil
Not in our name
will you invade countries
bomb civilians, kill more children
letting history take its course
over the graves of the nameless
Not in our name
will you erode the very freedoms
you have claimed to fight for
Not by our hands
will we supply weapons and funding
for the annihilation of families
on foreign soil
Not by our mouths
will we let fear silence us
Not by our hearts
will we allow whole peoples
or countries to be deemed evil
Not by our will
and Not in our name
We pledge resistance
We pledge alliance with those
who have come under attack
for voicing opposition to the war
or for their religion or ethnicity
We pledge to make common cause
with the people of the world
to bring about justice,
freedom and peace
Another world is possible
and we pledge to make it real.
Podem ouvir o autor a ler a coisa aqui:
Pledge of Resistance ( not in our name )
We believe that as people living
in the United States it is our
responsibility to resist the injustices
done by our government,
in our names
Not in our name
will you wage endless war
there can be no more deaths
no more transfusions
of blood for oil
Not in our name
will you invade countries
bomb civilians, kill more children
letting history take its course
over the graves of the nameless
Not in our name
will you erode the very freedoms
you have claimed to fight for
Not by our hands
will we supply weapons and funding
for the annihilation of families
on foreign soil
Not by our mouths
will we let fear silence us
Not by our hearts
will we allow whole peoples
or countries to be deemed evil
Not by our will
and Not in our name
We pledge resistance
We pledge alliance with those
who have come under attack
for voicing opposition to the war
or for their religion or ethnicity
We pledge to make common cause
with the people of the world
to bring about justice,
freedom and peace
Another world is possible
and we pledge to make it real.
Já estourei guito...
Joguei no Euromilhões... a ideia de 0,000001% de 129 milhões de €€€ dá-nos umas grandes ideias... e faz-nos gastar assim €€ em inutilidades...
Sic transit, Gloria mundi...
Sic transit, Gloria mundi...
Realmente.. que injustiça...
"Porque será que quando uma mulher fica grávida, as amigas fazem-lhe carícias na barriga e dizem 'parabéns', mas ninguém apalpa os tomates do marido e diz "excelente trabalho"???!!!!!
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Precisa-se de matéria prima para construir um País (e que actual está!)
Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público (2005)
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.
Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte... Fico triste. Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver
se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... MEDITE!
EDUARDO PRADO COELHO"
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.
Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte... Fico triste. Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver
se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... MEDITE!
EDUARDO PRADO COELHO"
Piada do dia... há gente muito parva!
Casais desavindos lutam por bilhetes dos U2
A organização dos concertos dos U2, no próximo fim de semana, em Coimbra, confronta-se com casos invulgares como o de um casal que se separou após adquirir os ingressos e acabou em tribunal a discutir a titularidade das entradas
«O homem defende que os bilhetes lhe pertencem. Alega que foi ele que esteve na fila para os comprar», disse hoje à agência Lusa uma fonte da produtora Ritmos & Blues.
Outro caso envolve também um casal, igualmente desavindo depois da compra dos bilhetes com lugar marcado e que recusam agora sentar-se ao lado um do outro no estádio.
«Compraram bilhetes juntos, entretanto a relação acabou e não querem ficar ao pé um do outro», sublinhou a fonte.
Hoje, em declarações aos jornalistas, Álvaro Ramos, responsável da Ritmos & Blues, aludiu também a casos de fãs dos U2, atualmente grávidas, preocupadas com os acessos ao estádio.
«Temos histórias giríssimas de pessoas que compraram o bilhete [há um ano] e agora estão grávidas, ligam-nos a dizer que fizeram mal o planeamento familiar e estão muito preocupadas como é que vêm [aos concertos]», frisou.
Outros admiradores da banda irlandesa, adiantou, «compraram [acessos] de deficientes e já não são. Outros não eram e passaram a ser».
«Tudo isto torna o evento para nós um evento único, lidar com estes pequeninos detalhes», afirmou Álvaro Ramos.
Lusa / SOL
(in: http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=1237 )
A organização dos concertos dos U2, no próximo fim de semana, em Coimbra, confronta-se com casos invulgares como o de um casal que se separou após adquirir os ingressos e acabou em tribunal a discutir a titularidade das entradas
«O homem defende que os bilhetes lhe pertencem. Alega que foi ele que esteve na fila para os comprar», disse hoje à agência Lusa uma fonte da produtora Ritmos & Blues.
Outro caso envolve também um casal, igualmente desavindo depois da compra dos bilhetes com lugar marcado e que recusam agora sentar-se ao lado um do outro no estádio.
«Compraram bilhetes juntos, entretanto a relação acabou e não querem ficar ao pé um do outro», sublinhou a fonte.
Hoje, em declarações aos jornalistas, Álvaro Ramos, responsável da Ritmos & Blues, aludiu também a casos de fãs dos U2, atualmente grávidas, preocupadas com os acessos ao estádio.
«Temos histórias giríssimas de pessoas que compraram o bilhete [há um ano] e agora estão grávidas, ligam-nos a dizer que fizeram mal o planeamento familiar e estão muito preocupadas como é que vêm [aos concertos]», frisou.
Outros admiradores da banda irlandesa, adiantou, «compraram [acessos] de deficientes e já não são. Outros não eram e passaram a ser».
«Tudo isto torna o evento para nós um evento único, lidar com estes pequeninos detalhes», afirmou Álvaro Ramos.
Lusa / SOL
(in: http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=1237 )
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