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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Como agradar ao Departamento de Informática / Helpdesk Rede Local

Como agradar ao Departamento de Informática/ Helpdesk Rede Local

 1. Quando nos ligam para mudar o PC de sítio, tenha a certeza que o
 deixa enterrado em dezenas de postais, fotos de bebés, animais de
 peluche, flores secas, troféus e desenhos de crianças. Nós não temos
 vida própria, e achamos deveras interessante observar a vossa.

 2. Nunca escreva nada. Nunca. Nós conseguimos reproduzir as mensagens
 de erro a partir do nosso local de trabalho.

 3. Quando um de nós disser que vai já de seguida, vá tomar um café.
 Assim, não estará lá quando precisarmos da password. Para nós,
 lembrarmo-nos de 700 passwords de screensavers é das coisas mais
 fáceis do mundo.

 4. Quando nos ligar, diga o que quer fazer, não o que o está a impedir
 de o fazer. Para nós, é insignificante saber que não consegue receber
 e-mail porque o computador nem sequer liga.

 5. Quando o departamento informático enviar um e-mail marcado com
 "Highly Importance". Apague-o de imediato, estamos apenas a testar.

 6. Quando estamos a almoçar na nossa secretária, entre e diga-nos o
 que o preocupa, nós existimos apenas para o servir.

 7. Envie mails urgentes em maiúsculas, assim, o servidor repara que é
 urgente e envia-o muito mais depressa.

 8. Quando a fotocopiadora não funcionar, chame-nos, afinal, existem
 componentes electrónicos na copiadora!

 9. Quando se tenta ligar à Internet em casa e recebe uma mensagem de
 "Não existe sinal de marcação", ligue-nos, nós conseguimos resolver o
 problema a partir daqui.

 10. Quando se quiser livrar de 10 écrans velhos e ultrapassados,
 ligue-nos, nós fazemos colecção.

 11. Quando tiver um problema com o seu computador de casa, deixe-o
 numa das nossas cadeiras, sem nome, telefone ou descrição do problema.
 Adoramos um bom puzzle.

 12. Quando lhe dissermos que os écrans não têm cartuchos de tinta,
 conteste, nós adoramos uma boa discussão.

 13. Quando lhe dissermos que passamos já pela sua secretária, responda
 sarcasticamente "E quantas semanas é que vai levar isso?". É uma
 óptima maneira de nos motivar.

 14. Quando a impressora não imprime, reenvie o documento mais 20
 vezes, é que habitualmente, os pedidos de impressão são sugados para
 dentro de buracos negros. Se depois das 20 tentativas continua a não
 conseguir, envie o documento para todas as impressoras da empresa,
 alguma há-de funcionar.

 15. Não aprenda termos técnicos, nós percebemos o que significa "O meu
 coiso rebentou".

 16. Não use ajuda online, isso é para maricas.

 17. Se a barra de espaços não funciona, a culpa é do upgrade ao
 servidor de mail. Os teclados habitualmente adoram ter migalhas e
 restos de unhas em cima.

 18. Se o cabo do rato continua a deitar abaixo a fotografia da sua
 filha, meta-o debaixo do computador. Os cabos foram desenhados para
 aguentarem 20Kg de componentes afiados em cima deles.

 19. Quando receber uma mensagem a dizer "Are you sure?" clique no
 botão que diz "Yes" o mais rapidamente possível. Afinal, se não
 tivesse a certeza do que estava a fazer, não o faria.

 20. Quando vir um de nós sentado ao telefone a falar com o banco,
 sente-se no canto da secretária e olhe para nós até desligarmos a
 chamada, afinal, nem sequer temos dinheiro sobre o qual falar.

 21. Sinta-se à vontade para dizer "Eu não percebo nada dessa merda de
 Informática!". Nós adoramos que se refiram ao nosso ramo profissional
 como merda.

 22. Quando precisar de mudar o cartucho de toner numa impressora,
 chame-nos. Mudar um cartucho é uma tarefa complexa, e a HP recomenda
 que só seja realizada por um engenheiro com licenciatura em física
 nuclear.

 23. Se não encontra alguém nas Páginas Amarelas, ligue-nos.

 24. Se precisa de arrombar uma gaveta da qual perdeu a chave,
 chame-nos, adoramos "hackar".

 25. Se tem algum problema com o seu PC, peça à sua secretária para nos
 ligar. Nós adoramos lidar com pessoas que não fazem a mínima ideia de
 qual é o problema.

 26. Se receber um filme de 30MB, envie a toda a gente na empresa, é
 para isso que temos um servidor de correio, o espaço chega sempre.

 27. NUNCA parta uma grande e demorada impressão em pequenas partes,
 alguém poderá enfiar um memo no meio de uma delas.

 28. Quando estamos a carregar 10 mil euros de pesado equipamento num
 carrinho, diga-nos: "Meu Deus, vocês não podem com essas coisinhas???"
 Adoramos ouvir isto.

 29. Quando perder as chaves do seu carro, envie e-mail para toda a
 empresa, as pessoas na Alemanha gostam de saber o que se passa por cá.

 30. Se nos encontrar ao fim de semana no supermercado, faça-nos uma
 pergunta técnica. Nós também trabalhamos ao fim-de-semana.

 31. Não nos diga quando muda um computador de sítio, os nomes dos PC's
 só se atribuem por razões cosméticas.

 32. Quando trouxer o seu PC de casa para arranjarmos, deixe a
 documentação em casa, nós arranjamos as definições e os drivers
 algures.


 O Departamento de Informática agradece

A tecnologia é lixada....

Um homem chega a casa depois do trabalho, com um robô que detecta mentiras.


Chega o filho dele, 2 horas atrasado depois de sair da escola.
- Onde andaste tu? Pergunta o pai.
- Estive na biblioteca a fazer trabalhos de casa!
E zuca, o robô vai ter com o puto e prega-lhe um valente tabefe!


O pai explica:
- Filho, este robô detecta mentiras. É melhor dizeres a verdade...
- OK, estive em casa de um colega meu e vimos um filme: "Os 10
Mandamentos"...
E sai outra galheta no puto, dada pelo robô!


- Ai! - Diz o miúdo - Pronto, está bem, era um filme pornográfico...


Diz o pai:
- Envergonhas-me! Eu, na tua idade, nunca mentia aos meus pais!
E vai o robô e prega uma chapada, desta vez no pai.


A mãe, cansada de assistir àquela cena, vira-se para o marido e diz:
- Vê-se mesmo que é teu filho!
PAF! O robô dá um valente tabefe na mulher...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O problema dos impostos... e as percepções...

Bem.. isto está em inglês, e por isso peço desculpa, mas está tão bom que não resisti a colocar aqui....



Suppose that every day, ten men go out for beer and the bill for all ten comes to $100. If they paid their bill the way we pay our taxes, it would go something like this:
  • The first four men (the poorest) would pay nothing.
  • The fifth would pay $1.
  • The sixth would pay $3.
  • The seventh would pay $7.
  • The eighth would pay $12.
  • The ninth would pay $18.
  • The tenth man (the richest) would pay $59.
So, that's what they decided to do.
The ten men drank in the bar every day and seemed quite happy with the arrangement, until one day, the owner threw them a curve. 'Since you are all such good customers, he said, 'I'm going to reduce the cost of your daily beer by $20. Drinks for the ten now cost just $80.

The group still wanted to pay their bill the way we pay our taxes so the first four men were unaffected.
They would still drink for free.
But what about the other six men – the paying customers? How could they divide the $20 windfall so that everyone would get his 'fair share?'

They realized that $20 divided by six is $3.33.
But if they subtracted that from everybody's share, then the fifth man and the sixth man would each end up being paid to drink his beer.
So, the bar owner suggested that it would be fair to reduce each man's bill by roughly the same amount, and he proceeded to work out the amounts each should pay.

And so:
  • The fifth man, like the first four, now paid nothing (100% savings).
  • The sixth now paid $2 instead of $3 (33% savings).
  • The seventh now pay $5 instead of $7 (28% savings).
  • The eighth now paid $9 instead of $12 (25% savings).
  • The ninth now paid $14 instead of $18 (22% savings).
  • The tenth now paid $49 instead of $59 (16% savings).
Each of the six was better off than before.
And the first four continued to drink for free.
But once outside the restaurant, the men began to compare their savings.

  • 'I only got a dollar out of the $20,'declared the sixth man. He pointed to the tenth man,' but he got $10!'
  • 'Yeah, that's right,' exclaimed the fifth man. 'I only saved a dollar, too. It's unfair that he got ten times more than I!'
  • 'That's true!!' shouted the seventh man. 'Why should he get $10 back when I got only two? The wealthy get all the breaks!'
  • 'Wait a minute,' yelled the first four men in unison. 'We didn't get anything at all. The system exploits the poor!'

The nine men surrounded the tenth and beat him up.

The next night the tenth man didn't show up for drinks, so the nine sat down and had beers without him.
But when it came time to pay the bill, they discovered something important.
They didn't have enough money between all of them for even half of the bill!

And that, boys and girls, journalists and college professors, is how our tax system works.
The people who pay the highest taxes get the most benefit from a tax reduction.
Tax them too much, attack them for being wealthy, and they just may not show up anymore.

In fact, they might start drinking overseas where the atmosphere is somewhat friendlier.

David R. Kamerschen, Ph.D.
Professor of Economics, University of Georgia

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A SOGRA

A SOGRA

Um marido ganhou num sorteio, 3 passagens para Jerusalém.

Chegou em casa, contou para a esposa e, mandou ela arrumar as malas e foi ligando para chamar também a mãe dele, quando começou uma grande discussão, um grande debate, com a esposa que queria levar a mãe dela.

Para não dar briga no final, ele concordou em levar a mãe dela (a sogra).

Chegando lá, estavam visitando os locais onde Cristo passou quando de repente a sogra, emocionada, passa mal.
Levam a velha para o hospital e ela acaba morrendo.
O marido conversando com o pessoal do hospital, para ver o que ia fazer, perguntou quanto custava o enterro em Jerusalém.

Disseram que na moeda Portuguesa, seriam uns 1.000,00 €.
Perguntou também quanto ficaria para mandar o corpo para o Portugal.
Responderam que com o transporte e tudo ficaria uns 10.000,00 €.

O marido então escolheu mandar para Portugal.
O pessoal do hospital e a esposa olharam espantados para ele, sem entender, e perguntaram por que mandar o corpo para Portugal se é muito mais caro?

O marido respondeu:
Vocês já tiveram um caso de ressurreição aqui...! Prefiro não arriscar...

Guerra Alentejo Iraque

Saddam Hussein estava calmamente sentado no seu escritório quando o telefone tocou:

- Olá Hussein, pá. Aqui é o Quim, d Alentejo, Portugal. Estou a telefonar para te informar oficialmente que vamos declarar guerra ao Iraque.
- Bem, Quim, isso é de facto uma noticia importante. Já agora, diz-me lá o tamanho do teu exército...
- Neste momento - diz o Quim apos uma curta reflexão - sou eu, o compadre Manel, a prima Vicencia e o marido e a equipa do dominó do café. Portanto, somos oito!

Saddam suspirou:
- Tenho q te dizer, Quim, q tenho um milhão de homens sob o meu comando!
- Porra, pá! Eu depois ligo-te!

No dia seguinte o Quim volta a telefonar:
- Bem, Hussein a declaração de guerra mantém-se. É que conseguimos arranjar equipamento!
- Ah sim? E qual? - pergunta Hussein
- Dois tractores, uma retroescavadora e duas debulhadoras.

Saddam dá novo suspiro:
- Eu tenho 10.000 tanques, 15.000 camiões, 20.000 canhões e o meu exército cresceu 50% desde a nossa ultima conversa.
- Tás a falar verdade? Eu depois ligo-te!

No dia seguinte, o Quim volta efectivamente a telefonar:
- Bem, Hussein, a declaração d guerra mantém-se. É q conseguimos arranjar forca aérea. Colocámos duas metralhadoras n avião d sulfatar. AH! E a equipa da bisca lá do café juntou-se a nós!

Pela terceira vez Saddam suspira:
- Eu tenho 3.000 caças, 6.000 bombardeiros, 9.000 aviões de carga e desde a nossa ultima conversa o meu exército já chegou aos dois milhões de soldados.
- Chica pá, eu depois ligo-te!

No dia seguinte o Quim liga de novo:
- Hussein, é para te dizer que vamos cancelar a guerra!
- O quê!? Então eu que já estava a contar com ela... O que é que aconteceu?

- Bem, é que ontem à noite houve reunião no café e chegamos à conclusão que não temos possibilidade de alimentar dois milhões de prisioneiros.

A CRIATURA DA NOSSA RUÍNA

(dá que pensar)
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Público, Domingo, Outubro 03, 2010

Vasco Pulido Valente

A CRIATURA DA NOSSA RUÍNA

«Fora a gente sem nome que fez do PS um modo de vida, não há ninguém na política ou no jornalismo que se atreva a justificar o primeiro-ministro, José Sócrates. 

Não me lembro — excepto em ditadura — de nenhum homem público tão profundamente execrado. O desprezo e a hostilidade variam de tom e pretexto, mas Sócrates conseguiu unir Portugal inteiro contra ele. E não só por causa do PECIII, que infalivelmente nos levará à miséria (embora isso também conte). O que o cidadão comum detesta é a pessoa: a pessoa que ele exibe no Parlamento e no país. E que, se ainda não recebeu ordem de despejo, é porque o PSD e o dr. Cavaco não querem agravar a crise com um vácuo de poder na cena doméstica. 

Nesta extravagante situação, é curioso relembrar como apareceu (e cresceu) a criatura que nos levou à ruína. Sócrates veio da província com a ambição de fazer carreira. Como educação formal, não foi além de um vaguíssimo diploma de engenheiro, extraído à complacência de uma universidade privada. E, como profissional, não se lhe conhece um currículo respeitável. E, no entanto, "subiu". "Subiu" sob a protecção de António Guterres, que fez dele deputado, secretário de Estado e, depois, ministro (do Ambiente). Não se percebe o que Guterres viu na criatura. Obediência? Dedicação ao trabalho? Algum jeito para a intriga partidária? Não se sabe. O certo é que Sócrates com certeza o serviu fielmente. 

E, quando Guterres um belo dia se escapou, Sócrates, que não valia nada, emergiu de repente como um candidato plausível a secretário-geral do PS. Porquê? Por causa da RTP, que o resolveu escolher para um debate semanal com Pedro Santana Lopes. Sócrates "passa" bem na televisão (como é obrigatório num político moderno) e essa presença constante em casa de cada um acabou por o tornar numa espécie de encarnação do PS. 

O resto correu segundo as normas. Durante a campanha contra Manuel Alegre e João Soares, peritos de publicidade arranjaram maneira de ele não se comprometer com coisa nenhuma (uma técnica também obrigatória) e de mentir no caso de um aperto (sobre impostos, claro). Sócrates ganhou; e ganhou, a seguir, a maioria absoluta. 

Na noite da vitória não agradeceu ao país, com que nunca no fundo se importou. Agradeceu ao PS, a que devia tudo. E, assim, Portugal recebeu do céu (na verdade, do Largo do Rato) um primeiro-ministro, obscuro e vácuo, que não lhe merecia, em princípio, a menor confiança. Mas, tendo votado nesse grosseiro produto do PS, agora não se deve queixar.» 

Vasco Pulido Valente

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Curto... mas certo...

"Recessão é quando o vizinho perde o seu emprego,
depressão quando perdes o teu, 
e recuperação quando Sócrates perder o dele"

A Vela...


A beata e piedosa Mª Antónia ia pela rua quando se cruzou com o  sacerdote maduro. 

O padre disse-lhe:
 - "Bom dia.  Por acaso vc não é a Mª Antónia,  a quem casei já há dois anos na minha antiga diocese?" 

 Ela respondeu: 
 - "Efectivamente, Padre, sou eu".  

 O sacerdote perguntou:
 - Mas não me lembro de ter baptisado um filho seu. Não teve nenhum?" 

Ela respondeu:
- "Não Padre, ainda não." 
 O padre disse: 
 - "Bem, na próxima semana viajo para Roma. Por isso se vc quiser, acendo lá uma vela por si e seu marido,  para que recebam a benção de poder ter filhos."

Ela respondeu:  
- "Oh Padre, muito obrigada, ficamos ambos muito gratos."

Alguns anos mais tarde encontraram-se novamente.  O sacerdote ancião preguntou:  
 - "Bom dia Mª Antónia. Como está agora? Já teve filhos?" 

 Ela respondeu:
- "Óh, sim Padre, 3 pares de gémeos e mais 4. No total 10!" 

Disse o padre:  
 - Bendito seja o Senhor. Que maravilha. E onde está o seu marido?  

- "Vai a caminho de Roma, a ver se apaga a p&ta da vela"

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Antes e depois da Posse...


ANTES DA POSSE

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE

Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA

Eu renuncio!

(o texto não é meu, mas podia ser aí nuns 95%...)

Neste momento de aflição em que todos temos de dar as mãos e deixar de olhar só para o nosso umbigo, correspondo ao apelo de quem nos governa e de quem apoia quem nos governa, faço pública parte da lista do que o Estado criou e mantém para minha felicidade, e de que de estou disposto a patrioticamente prescindir.

Assim: 

  • Renuncio a boa parte dos institutos públicos criados com o propósito de me servir;
  • Renuncio à maior parte das fundações públicas, privadas e àquelas que não se sabe se são públicas se privadas, mas generosamente alimentadas para meu proveito, com dinheiros públicos;
  • Renuncio a ter um sector empresarial público com a dimensão própria de uma grande potência, dispensando-me dos benefícios sociais e económicos correspondentes;
  • Renuncio ao bem que me faz ver o meu semelhante deslocar-se no máximo conforto de um automóvel de topo de gama pago com as minhas contribuições para o Orçamento do Estado, e nessa medida estou disposto a que se decrete que administradores das empresas públicas, directores e dirigentes dos mais variados níveis de administração, passem a utilizar os meios de transporte que o seu vencimento lhes permite adquirir;
  • Renuncio à defesa dos direitos adquiridos e à satisfação que me dá constatar a felicidade daqueles que, trabalhando metade do tempo que eu trabalhei, garantiram há anos uma pensão correspondente a 5 vezes mais do que aquela que eu auferirei quando estiver a cair da tripeça;
  • Renuncio ao PRACE e contento-me com uma Administração mais singela, compacta e por isso mais económica, começando por me resignar a que o governo seja composto por metade dos ministros e secretários de estado;
  • Renuncio ao direito de saber o que propõem os partidos políticos nas campanhas pagas com milhões e milhões de euros que o Estado transfere para os partidos políticos, conformando-me com a falta de propaganda e satisfazendo-me com a frugalidade da mensagem política honesta, clara e simples;
  • Renuncio ao financiamento público dos partidos políticos nos actuais níveis, ainda que isso tenha o custo do empobrecimento desta  democracia, na mesma mesmísisma medida do corte nas transferências;
  • Renuncio ao serviço público de televisão e aceito, contrariado, assistir às mesmas sessões de publicidade na RTP, agora nas mãos de um qualquer grupo privado;
  • Renuncio a mais submarinos, a mais carros blindados, a mais missões no estrangeiro dos nossos militares, bem sabendo que assim se põe em perigo a solidez granítica da nossa independência nacional e o prestígio de Portugal no mundo; 
  • Renuncio ao sossego que me inspira a produtividade assegurada por mais de 230 deputados na Assembleia da República, estando disposto a sacrificar-me apoiando - com tristeza - a redução para metade dos nossos representantes;
  • Renuncio, com enorme relutância, a fazer o percurso Lisboa-Madrid em 3h e 30m, dispondo-me - mesmo que contrariado mas ciente do que sacrificio que faço pela Pátria - a fazer pelo ar por metade do custo o mesmo percurso em 1 h e picos, ainda que não em Alta Velocidade;
  • Renuncio ao conforto de uma deslocação de 50 km desde minha casa até ao futuro aeroporto de Lisboa para apanhar o avião para Madrid em vez do TGV, apesar da contrariedade que significa ter de levantar voo e aterrar pertinho da minha casa.
  • Renuncio a mais auto-estradas, conformando-me, com muito pena, com a reabilitação da rede nacional de estradas ao abandono e lastimando perder a hipótese de mudar de paisagem escolhendo ir para o mesmo destino entre três vias rápidas todas pagas com o meu dinheiro, para além de correr o triste risco de assistir à liquidação da Estradas de Portugal, EP;

Um homem, voando num balão...

Um homem, voando num balão, dá conta de que está perdido.
Avista um homem no chão, baixa o balão e aproxima-se:


- Pode ajudar-me? Fiquei de encontrar-me com um amigo às duas da tarde; já tenho um atraso de mais de meia hora e não sei onde estou...

- Claro que sim! - responde o homem:
- O senhor está num balão, a uns 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus Norte e as longitudes de 7 e 9 graus Oeste.

- É consultor, não é?

- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?

- Muito fácil: deu-me uma informação tecnicamente correcta, mas inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação...

- Ah! Então o senhor é socialista!

- Sou! Como descobriu?

- Muito fácil: O senhor não sabe onde está, nem para onde ir, assumiu um compromisso que não pode cumprir e está à espera que alguém lhe resolva o problema.
-Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar. Só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!...

sábado, 16 de outubro de 2010

Ah... a coerencia... :)

Vídeo educativo sobre as virtudes da coerência...



sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Papa, Obama e Sócrates...Notícia quente!!!

José Sócrates, Obama e o Papa viajavam num avião, quando aparece, numa das asas, o Diabo que com uma enorme serra começa a cortar a asa da aeronave.

Quando viram o
Diabo ficaram apavorados, ao que Sócrates vira-se para o Obama:

- Obama, tu que sabes falar e argumentar como ninguém, convençe o malvado a parar com isso senão vamos cair e morrer todos!!!

Obama foi até lá, conversou...conversou... e nada do tipo parar...
Obama voltou e implorou ao Papa:
- Papa, só o senhor mesmo poderá nos salvar... Ele não quer nem conversa...vai derrubar o avião!!!

O Papa foi até ao Diabo, usou de toda sua persuasão, argumentou o que pôde...e nada... Desistiu, voltou e resumiu a conversa:
- Não sei o que fazer... Estamos perdidos... Vamos rezar!!!

Foi quando Sócrates levantou-se e disse:
- Deixa comigo... Sou a última chance, vou tentar.
E lá foi ele falar com o
Diabo. Mal trocaram duas palavras e o Diabo parou de serrar a asa do avião. E sumiu...

Obama e o Papa perguntaram: 
- O que lhe disse você ?
- Companheiro! Se eu morrer, vou formar governo no
Inferno!...

NOTA: Só os portugueses são capazes de brincar com a "desgraça" !!!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ter de pagar para poder... pagar!

ou: uma "paródia" a isto de ter carro...


Contribuinte: Gostava de comprar um carro.

Estado: Muito bem. Faça o favor de escolher.

Contribuinte: Já escolhi. Tenho que pagar alguma coisa?

Estado: Sim. Imposto sobre Automóveis (ISV) e Imposto sobre o Valor
Acrescentado (IVA).

Contribuinte: Ah... Só isso.

Estado: ... e uma coisinha para o pôr a circular: o selo.

Contribuinte: Ah!..

Estado: ... E mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro
efectivamente circule. O ISP.

Contribuinte: Mas... sem gasolina eu não circulo.

Estado: Eu sei.

Contribuinte: ... Mas eu já pago para circular...

Estado: Claro!...

Contribuinte: Então... vai cobrar-me pelo valor da gasolina?

Estado: Também. Mas isso é o IVA. O ISP é uma coisa diferente.

Contribuinte: Diferente?!

Estado: Muito. O ISP é porque a gasolina existe.

Contribuinte: ... Porque existe?!

Estado: Há muitos milhões de anos os dinossauros e o carvão fizeram
petróleo. E você paga.

Contribuinte: ... Só isso?

Estado: Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.

Contribuinte: Como assim?!

Estado: Tem que pagar para o estacionar.

Contribuinte: ... Para o estacionar?

Estado: Exacto.

Contribuinte: Portanto, pago para andar e pago para estar parado?

Estado: Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.

Contribuinte: Então, pago para circular, pago para poder circular e

pago por estar parado.

Estado: Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é
novo?

Contribuinte: Novo?

Estado: É que se não for novo tem que pagar para vermos se ele está em
condições de andar por a.

Contribuinte: Pago para você ver se pode cobrar?

Estado: Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha...

Contribuinte: ... Mais uma coisinha?

Estado: Para circular em auto-estradas...

Contribuinte: Mas... mas eu já pago imposto de circulação.

Estado: Pois. Mas esta é uma circulação diferente.

Contribuinte: ... Diferente?

Estado: Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.

Contribuinte:: Só mais isso?

Estado: Sim. Só mais isso.

Contribuinte: E acabou?

Estado: Sim. Depois de pagar os 25 euros, acabou.

Contribuinte: Quais 25 euros?!

Estado: Os 25 euros que tem de pagar para andar nas auto-estradas.

Contribuinte: Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem
quisesse?

Estado: Sim. Mas todos pagam os 25 euros.

Contribuinte : Quais 25 euros?

Estado: Os 25 euros é quanto custa o chip.

Contribuinte: ... Custa o quê?

Estado: Pagar o chip. Para poder pagar.

Contribuinte: Não perceb...

Estado: Sim. Pagar custa 25 euros.

Contribuinte: Pagar custa 25 euros?

Estado: Sim. Paga 25 euros para pagar.

Contribuinte: Mas eu não vou circular nas auto-estradas.

Estado: Imagine que um dia quer? Tem que pagar.

Contribuinte: Tenho que pagar para pagar porque um dia posso querer?

Estado: Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.

Contribuinte: E se eu não quiser?

Estado: Paga multa!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Lá Tinha...


A nova alcunha do Governo é 'LÁTINHA'...  





A gente anda pela rua, aponta para as portas fechadas e diz: 
  

LÁ...... TINHA uma loja... 
  
LÁ...... TINHA uma fábrica... 
  
LÁ...... TINHA um armazém... 
  
LÁ...... TINHA trabalhadores... 
  
LÁ...... TINHA um sonho... 
  
LÁ...... TINHA esperança... 
  
LÁ...... TINHA uma escola... 
  
LÁ...... TINHA um serviço de urgência... 
  
LÁ...... TINHA esperança de dias melhores...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

E mais uma... afinal antes rir que chorar...

Um homem ia a passar junto à porta do Plenário da Assembleia daRepública e ouve uma gritaria que saía lá de dentro:


"Filho da Puta, Ladrão, Assassino, Traficante, Mentiroso,Pedófilo, Vagabundo, Sem Vergonha, Trafulha, Preguiçoso de Merda,Vendido, Usurário, Foragido à Justiça, Oportunista, Engana Incautos,Assaltante do Povo..."


Assustado, o homem pergunta ao segurança, parado na porta:


"O que está a acontecer ai dentro? Estão a brigar ?!


"Não", responde o segurança. "Cá p'ra mim estão a fazer a chamada para saber se falta alguém"!!!  

Momento humuristico...

http://www.youtube.com/watch?v=0SrjnjOtEVo&feature=autofb

Realmente.. com o país assim deve ser o que dá vontade de fazer...

Apanhar uma "ligeira" bubadeira...


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Where is the WC... (now in english)

An English family went to Germany on vacation.

Not only were they impressed with the landscape and culture but with people and costumes as well.
Everything to them was breathtaking!

During one of their walks, they saw a lovely country house for rent.
The cottage seemed to be very suitable to spend their next summer vacations at.
No wonder! It was near Heidelberg.

After some inquires they discovered the owner, who happened to be a German Catholic Priest.
They had a long talk and arranged to rent the house for the following summer.
Back in England, the family was in an upheaval.
Non-stop chatting about the gorgeous property they were pretty keen on.

However, all of a sudden, Lady Henrietta recalled that she had not seen the restroom.
In fact, none of them had.
Confirming the practical sense of british people, they decided to write to the priest, to ask for some details about the issue, immediately.

The letter was like that:

Dear father,
I am one of the members of the English family who has just visited your propriety in order to rent it for the next summer vacation.
We had, however, forgotten to ask you a question, so that we would be very grateful, if you could inform us where the W.C. is placed.

The priest, completely misunderstanding the meaning of W.C. and reckoning it meant "White Chapel", answered in that way: 


I have the pleasure to communicate that the referred place you have mentioned in your letter, is situated about 2 miles from the house.

It is a very comfortable place.

If you are used to going frequently, I advise to bring same food, to enable you to spend the whole day there.

Some are used to going on foot, although, there are some who prefer going by bicycle.

The place can hold 400 people seated and 100 standing.

I recommend you come early; otherwise it will be difficult to find a place to sit.

Everyone sings in chorus.

A piece of paper is distributed to each person in the beginning; nevertheless, if you arrive late, after the distribution, you may use your neighbour's.

This paper must be returned in the end to be used the whole month.

There are sound amplifiers and what is left over in the end, is given to the poor.

Specialized photographers are available to take photos for the local newspaper, to allow everyone in town to be aware of such human duty performance.

Onde Fica o WC?


Uma família foi passar férias ao estrangeiro. 
Numa das suas viagens, encontraram uma casa que lhes agradou para passarem as férias no ano seguinte.

Depois de regressarem, discutiram acerca da casa que tinham visto, quando, se lembraram de não ter visto em lugar algum o W.C. (abreviatura de casa-de-banho).

Então enviarem uma carta ao dono da casa, perguntando onde ficava o W.C.
Mas o dono da casa, não conhecia a abreviatura W.C., e julgou tratar-se da capela White Chapel, que estava situada a alguns quilómetros da casa.
Aqui fica o texto das cartas:
Carta Enviada:
"Somos membros da família que há pouco tempo o visitou com o fim de alugar a sua casa no ano que vem, e como reparamos que nos esquecemos de um detalhe importante,  agradecíamos que nos  informe em que local se encontra o W.C."
Resposta:
"Recebi a sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fica a 12 quilómetros de casa.
Isto é muito incómodo, sobretudo se tem o hábito de ir lá frequentemente. Neste caso, é preferível levar comida para lá ficar todo o dia.
Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e 100 de pé, e o ar é condicionado, para evitar os inconvenientes da aglomeração.
Os assentos são de veludo e recomenda-se chegar cedo para arranjar lugar sentado. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro.
À entrada é fornecido um papel a cada pessoa, mas, se alguém chegar depois da distribuição, pode usar o papel do vizinho do lado.
Tal papel deverá ser devolvido, para poder ser utilizado durante o mês.
Existem amplificadores de som.
Fotógrafos especiais tiram fotografias para todos os jornais da cidade, de modo a que todos possam ver as pessoas no cumprimento de um dever tão humano..."

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Pledge of Resistance ( not in our name )

Um belo poema do Saul Williams... e apesar de algumas partes realmente só terem sentido em relação aos EUA... há aí umas que podiam bem ir até S. Bento... :P 

Podem ouvir o autor a ler a coisa aqui:  



Pledge of Resistance ( not in our name )


We believe that as people living
in the United States it is our
responsibility to resist the injustices
done by our government,
in our names

Not in our name
will you wage endless war
there can be no more deaths
no more transfusions
of blood for oil

Not in our name
will you invade countries
bomb civilians, kill more children
letting history take its course
over the graves of the nameless

Not in our name
will you erode the very freedoms
you have claimed to fight for

Not by our hands
will we supply weapons and funding
for the annihilation of families
on foreign soil

Not by our mouths
will we let fear silence us

Not by our hearts
will we allow whole peoples
or countries to be deemed evil

Not by our will
and Not in our name

We pledge resistance

We pledge alliance with those
who have come under attack
for voicing opposition to the war
or for their religion or ethnicity

We pledge to make common cause
with the people of the world
to bring about justice,
freedom and peace

Another world is possible
and we pledge to make it real.

Já estourei guito...

Joguei no Euromilhões... a ideia de 0,000001% de 129 milhões de €€€ dá-nos umas grandes ideias... e faz-nos gastar assim €€ em inutilidades...

Sic transit, Gloria mundi...

Realmente.. que injustiça...

"Porque será que quando uma mulher fica grávida,  as amigas fazem-lhe carícias na barriga e dizem 'parabéns', mas ninguém apalpa os tomates do marido e diz "excelente trabalho"???!!!!!

Porque às vezes precisamos de nos rir para não chorar...

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Precisa-se de matéria prima para construir um País (e que actual está!)

Precisa-se de matéria prima para construir um País

Eduardo Prado Coelho - in Público (2005)

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.

Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte... Fico triste. Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver
se nos mandam um Messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu  comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa?.... MEDITE!

EDUARDO PRADO COELHO"

Piada do dia... há gente muito parva!

Casais desavindos lutam por bilhetes dos U2






A organização dos concertos dos U2, no próximo fim de semana, em Coimbra, confronta-se com casos invulgares como o de um casal que se separou após adquirir os ingressos e acabou em tribunal a discutir a titularidade das entradas



«O homem defende que os bilhetes lhe pertencem. Alega que foi ele que esteve na fila para os comprar», disse hoje à agência Lusa uma fonte da produtora Ritmos & Blues.

Outro caso envolve também um casal, igualmente desavindo depois da compra dos bilhetes com lugar marcado e que recusam agora sentar-se ao lado um do outro no estádio.

«Compraram bilhetes juntos, entretanto a relação acabou e não querem ficar ao pé um do outro», sublinhou a fonte.

Hoje, em declarações aos jornalistas, Álvaro Ramos, responsável da Ritmos & Blues, aludiu também a casos de fãs dos U2, atualmente grávidas, preocupadas com os acessos ao estádio.

«Temos histórias giríssimas de pessoas que compraram o bilhete [há um ano] e agora estão grávidas, ligam-nos a dizer que fizeram mal o planeamento familiar e estão muito preocupadas como é que vêm [aos concertos]», frisou.

Outros admiradores da banda irlandesa, adiantou, «compraram [acessos] de deficientes e já não são. Outros não eram e passaram a ser».

«Tudo isto torna o evento para nós um evento único, lidar com estes pequeninos detalhes», afirmou Álvaro Ramos.

Lusa / SOL

(in: http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=1237 )

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Sócrates vai a uma igreja e ajoelha-se frente de Jesus crucificado, rezando:









Sócrates: Jesus, estou totalmente arrependido e gostaria de redimir os meus pecados.
Jesus: Está bem. Que tens feito?

Sócrates: Depois de estes meus anos de governo, o povo arruinado e na miséria...
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Traí o povo que me deu os seus votos!
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Economizei verbas da Saúde, da Educação, da Segurança, etc. etc., para encher os bolsos de alguns.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Comprei carros topo de gama para mim, para a Assembleia, para os magistrados e tantos outros.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Protegi as roubalheiras do Vara, do Godinho, do Rendeiro, do Jardim, do Oliveira Costa e tantos outros.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Permiti que alarves como o Mexia, Pedro Soares, Zeinal, Coelho, e mais uma mão cheia deles fossem agraciados com chorudos prémios com verbas tiradas do bolso dos contribuintes.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Pus à cabeça dos Ministérios autênticos alarves que só fizeram burricadas na Educação, na Saúde, na Segurança, etc..
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Mancomunei-me com Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, com o Procurador Geral da República e outros tantos biltres da sua igualha, para que dessem cobertura às minhas manigâncias.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Meti-me naquela alhada dos exames feitos ao Domingo, nas casas lá na Parvónia, no Freeport, na Maddie, nas sucatas, no TGV, na nova ponte, e em outras tantas que não vale a pena enumerar...
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Dei apoio ao Hugo Chavez, o maior bandido da América Latina.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Mas, Jesus, estou realmente arrependido e a única coisa que Vós tendes para me dizer é: "Dê graças ao Pai"?
Jesus: Sim, agradece ao Pai por eu estar aqui pregado na cruz, porque senão desceria dela para te encher de porrada, seu ignorante, analfabeto, deslumbrado, traidor, ladrão sem vergonha, mentiroso, golpista, corrupto, aproveitador.... Vai trabalhar, vagabundo!!!!!