quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Curto... mas certo...

"Recessão é quando o vizinho perde o seu emprego,
depressão quando perdes o teu, 
e recuperação quando Sócrates perder o dele"

A Vela...


A beata e piedosa Mª Antónia ia pela rua quando se cruzou com o  sacerdote maduro. 

O padre disse-lhe:
 - "Bom dia.  Por acaso vc não é a Mª Antónia,  a quem casei já há dois anos na minha antiga diocese?" 

 Ela respondeu: 
 - "Efectivamente, Padre, sou eu".  

 O sacerdote perguntou:
 - Mas não me lembro de ter baptisado um filho seu. Não teve nenhum?" 

Ela respondeu:
- "Não Padre, ainda não." 
 O padre disse: 
 - "Bem, na próxima semana viajo para Roma. Por isso se vc quiser, acendo lá uma vela por si e seu marido,  para que recebam a benção de poder ter filhos."

Ela respondeu:  
- "Oh Padre, muito obrigada, ficamos ambos muito gratos."

Alguns anos mais tarde encontraram-se novamente.  O sacerdote ancião preguntou:  
 - "Bom dia Mª Antónia. Como está agora? Já teve filhos?" 

 Ela respondeu:
- "Óh, sim Padre, 3 pares de gémeos e mais 4. No total 10!" 

Disse o padre:  
 - Bendito seja o Senhor. Que maravilha. E onde está o seu marido?  

- "Vai a caminho de Roma, a ver se apaga a p&ta da vela"

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Antes e depois da Posse...


ANTES DA POSSE

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE

Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA

Eu renuncio!

(o texto não é meu, mas podia ser aí nuns 95%...)

Neste momento de aflição em que todos temos de dar as mãos e deixar de olhar só para o nosso umbigo, correspondo ao apelo de quem nos governa e de quem apoia quem nos governa, faço pública parte da lista do que o Estado criou e mantém para minha felicidade, e de que de estou disposto a patrioticamente prescindir.

Assim: 

  • Renuncio a boa parte dos institutos públicos criados com o propósito de me servir;
  • Renuncio à maior parte das fundações públicas, privadas e àquelas que não se sabe se são públicas se privadas, mas generosamente alimentadas para meu proveito, com dinheiros públicos;
  • Renuncio a ter um sector empresarial público com a dimensão própria de uma grande potência, dispensando-me dos benefícios sociais e económicos correspondentes;
  • Renuncio ao bem que me faz ver o meu semelhante deslocar-se no máximo conforto de um automóvel de topo de gama pago com as minhas contribuições para o Orçamento do Estado, e nessa medida estou disposto a que se decrete que administradores das empresas públicas, directores e dirigentes dos mais variados níveis de administração, passem a utilizar os meios de transporte que o seu vencimento lhes permite adquirir;
  • Renuncio à defesa dos direitos adquiridos e à satisfação que me dá constatar a felicidade daqueles que, trabalhando metade do tempo que eu trabalhei, garantiram há anos uma pensão correspondente a 5 vezes mais do que aquela que eu auferirei quando estiver a cair da tripeça;
  • Renuncio ao PRACE e contento-me com uma Administração mais singela, compacta e por isso mais económica, começando por me resignar a que o governo seja composto por metade dos ministros e secretários de estado;
  • Renuncio ao direito de saber o que propõem os partidos políticos nas campanhas pagas com milhões e milhões de euros que o Estado transfere para os partidos políticos, conformando-me com a falta de propaganda e satisfazendo-me com a frugalidade da mensagem política honesta, clara e simples;
  • Renuncio ao financiamento público dos partidos políticos nos actuais níveis, ainda que isso tenha o custo do empobrecimento desta  democracia, na mesma mesmísisma medida do corte nas transferências;
  • Renuncio ao serviço público de televisão e aceito, contrariado, assistir às mesmas sessões de publicidade na RTP, agora nas mãos de um qualquer grupo privado;
  • Renuncio a mais submarinos, a mais carros blindados, a mais missões no estrangeiro dos nossos militares, bem sabendo que assim se põe em perigo a solidez granítica da nossa independência nacional e o prestígio de Portugal no mundo; 
  • Renuncio ao sossego que me inspira a produtividade assegurada por mais de 230 deputados na Assembleia da República, estando disposto a sacrificar-me apoiando - com tristeza - a redução para metade dos nossos representantes;
  • Renuncio, com enorme relutância, a fazer o percurso Lisboa-Madrid em 3h e 30m, dispondo-me - mesmo que contrariado mas ciente do que sacrificio que faço pela Pátria - a fazer pelo ar por metade do custo o mesmo percurso em 1 h e picos, ainda que não em Alta Velocidade;
  • Renuncio ao conforto de uma deslocação de 50 km desde minha casa até ao futuro aeroporto de Lisboa para apanhar o avião para Madrid em vez do TGV, apesar da contrariedade que significa ter de levantar voo e aterrar pertinho da minha casa.
  • Renuncio a mais auto-estradas, conformando-me, com muito pena, com a reabilitação da rede nacional de estradas ao abandono e lastimando perder a hipótese de mudar de paisagem escolhendo ir para o mesmo destino entre três vias rápidas todas pagas com o meu dinheiro, para além de correr o triste risco de assistir à liquidação da Estradas de Portugal, EP;

Um homem, voando num balão...

Um homem, voando num balão, dá conta de que está perdido.
Avista um homem no chão, baixa o balão e aproxima-se:


- Pode ajudar-me? Fiquei de encontrar-me com um amigo às duas da tarde; já tenho um atraso de mais de meia hora e não sei onde estou...

- Claro que sim! - responde o homem:
- O senhor está num balão, a uns 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus Norte e as longitudes de 7 e 9 graus Oeste.

- É consultor, não é?

- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?

- Muito fácil: deu-me uma informação tecnicamente correcta, mas inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação...

- Ah! Então o senhor é socialista!

- Sou! Como descobriu?

- Muito fácil: O senhor não sabe onde está, nem para onde ir, assumiu um compromisso que não pode cumprir e está à espera que alguém lhe resolva o problema.
-Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar. Só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!...

sábado, 16 de outubro de 2010

Ah... a coerencia... :)

Vídeo educativo sobre as virtudes da coerência...