Um belo poema do Saul Williams... e apesar de algumas partes realmente só terem sentido em relação aos EUA... há aí umas que podiam bem ir até S. Bento... :P
Podem ouvir o autor a ler a coisa aqui:
Pledge of Resistance ( not in our name )
We believe that as people living
in the United States it is our
responsibility to resist the injustices
done by our government,
in our names
Not in our name
will you wage endless war
there can be no more deaths
no more transfusions
of blood for oil
Not in our name
will you invade countries
bomb civilians, kill more children
letting history take its course
over the graves of the nameless
Not in our name
will you erode the very freedoms
you have claimed to fight for
Not by our hands
will we supply weapons and funding
for the annihilation of families
on foreign soil
Not by our mouths
will we let fear silence us
Not by our hearts
will we allow whole peoples
or countries to be deemed evil
Not by our will
and Not in our name
We pledge resistance
We pledge alliance with those
who have come under attack
for voicing opposition to the war
or for their religion or ethnicity
We pledge to make common cause
with the people of the world
to bring about justice,
freedom and peace
Another world is possible
and we pledge to make it real.
Um pequeno Blogue que se destina a trazer uma locomotiva de disparates num exdruxulo (palavra de que gosto e raramente posso usar...) chorrilho de doideiras... :)
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Já estourei guito...
Joguei no Euromilhões... a ideia de 0,000001% de 129 milhões de €€€ dá-nos umas grandes ideias... e faz-nos gastar assim €€ em inutilidades...
Sic transit, Gloria mundi...
Sic transit, Gloria mundi...
Realmente.. que injustiça...
"Porque será que quando uma mulher fica grávida, as amigas fazem-lhe carícias na barriga e dizem 'parabéns', mas ninguém apalpa os tomates do marido e diz "excelente trabalho"???!!!!!
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Precisa-se de matéria prima para construir um País (e que actual está!)
Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público (2005)
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.
Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte... Fico triste. Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver
se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... MEDITE!
EDUARDO PRADO COELHO"
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.
Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte... Fico triste. Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver
se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... MEDITE!
EDUARDO PRADO COELHO"
Piada do dia... há gente muito parva!
Casais desavindos lutam por bilhetes dos U2
A organização dos concertos dos U2, no próximo fim de semana, em Coimbra, confronta-se com casos invulgares como o de um casal que se separou após adquirir os ingressos e acabou em tribunal a discutir a titularidade das entradas
«O homem defende que os bilhetes lhe pertencem. Alega que foi ele que esteve na fila para os comprar», disse hoje à agência Lusa uma fonte da produtora Ritmos & Blues.
Outro caso envolve também um casal, igualmente desavindo depois da compra dos bilhetes com lugar marcado e que recusam agora sentar-se ao lado um do outro no estádio.
«Compraram bilhetes juntos, entretanto a relação acabou e não querem ficar ao pé um do outro», sublinhou a fonte.
Hoje, em declarações aos jornalistas, Álvaro Ramos, responsável da Ritmos & Blues, aludiu também a casos de fãs dos U2, atualmente grávidas, preocupadas com os acessos ao estádio.
«Temos histórias giríssimas de pessoas que compraram o bilhete [há um ano] e agora estão grávidas, ligam-nos a dizer que fizeram mal o planeamento familiar e estão muito preocupadas como é que vêm [aos concertos]», frisou.
Outros admiradores da banda irlandesa, adiantou, «compraram [acessos] de deficientes e já não são. Outros não eram e passaram a ser».
«Tudo isto torna o evento para nós um evento único, lidar com estes pequeninos detalhes», afirmou Álvaro Ramos.
Lusa / SOL
(in: http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=1237 )
A organização dos concertos dos U2, no próximo fim de semana, em Coimbra, confronta-se com casos invulgares como o de um casal que se separou após adquirir os ingressos e acabou em tribunal a discutir a titularidade das entradas
«O homem defende que os bilhetes lhe pertencem. Alega que foi ele que esteve na fila para os comprar», disse hoje à agência Lusa uma fonte da produtora Ritmos & Blues.
Outro caso envolve também um casal, igualmente desavindo depois da compra dos bilhetes com lugar marcado e que recusam agora sentar-se ao lado um do outro no estádio.
«Compraram bilhetes juntos, entretanto a relação acabou e não querem ficar ao pé um do outro», sublinhou a fonte.
Hoje, em declarações aos jornalistas, Álvaro Ramos, responsável da Ritmos & Blues, aludiu também a casos de fãs dos U2, atualmente grávidas, preocupadas com os acessos ao estádio.
«Temos histórias giríssimas de pessoas que compraram o bilhete [há um ano] e agora estão grávidas, ligam-nos a dizer que fizeram mal o planeamento familiar e estão muito preocupadas como é que vêm [aos concertos]», frisou.
Outros admiradores da banda irlandesa, adiantou, «compraram [acessos] de deficientes e já não são. Outros não eram e passaram a ser».
«Tudo isto torna o evento para nós um evento único, lidar com estes pequeninos detalhes», afirmou Álvaro Ramos.
Lusa / SOL
(in: http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=1237 )
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Sócrates vai a uma igreja e ajoelha-se frente de Jesus crucificado, rezando:
Sócrates: Jesus, estou totalmente arrependido e gostaria de redimir os meus pecados.
Jesus: Está bem. Que tens feito?
Sócrates: Depois de estes meus anos de governo, o povo arruinado e na miséria...
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Traí o povo que me deu os seus votos!
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Economizei verbas da Saúde, da Educação, da Segurança, etc. etc., para encher os bolsos de alguns.
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Comprei carros topo de gama para mim, para a Assembleia, para os magistrados e tantos outros.
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Protegi as roubalheiras do Vara, do Godinho, do Rendeiro, do Jardim, do Oliveira Costa e tantos outros.
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Permiti que alarves como o Mexia, Pedro Soares, Zeinal, Coelho, e mais uma mão cheia deles fossem agraciados com chorudos prémios com verbas tiradas do bolso dos contribuintes.
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Pus à cabeça dos Ministérios autênticos alarves que só fizeram burricadas na Educação, na Saúde, na Segurança, etc..
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Mancomunei-me com Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, com o Procurador Geral da República e outros tantos biltres da sua igualha, para que dessem cobertura às minhas manigâncias.
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Meti-me naquela alhada dos exames feitos ao Domingo, nas casas lá na Parvónia, no Freeport, na Maddie, nas sucatas, no TGV, na nova ponte, e em outras tantas que não vale a pena enumerar...
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Dei apoio ao Hugo Chavez, o maior bandido da América Latina.
Jesus: Dê graças ao Pai!
Sócrates: Mas, Jesus, estou realmente arrependido e a única coisa que Vós tendes para me dizer é: "Dê graças ao Pai"?
Jesus: Sim, agradece ao Pai por eu estar aqui pregado na cruz, porque senão desceria dela para te encher de porrada, seu ignorante, analfabeto, deslumbrado, traidor, ladrão sem vergonha, mentiroso, golpista, corrupto, aproveitador.... Vai trabalhar, vagabundo!!!!!
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